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Blog dos Parapsicólogos

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Orientação Parapsicológica e Vida Intrauterina



Vou compartilhar com você como que a Terapia de Orientação Parapsicológica tem ajudado, sobretudo, as gestantes que venho atendendo desde que me formei como Parapsicólogo Clínico do Sistema Grisa.


Já durante a minha formação em Parapsicologia quando tinha que escolher um tema para a elaboração da monografia de conclusão da pós-graduação em Parapsicologia Social e Institucional, pensei qual seria uma temática central no Sistema Grisa? Constatei que o período de vida intrauterina é uma questão basilar tanto nas pesquisas quanto na Orientação Parapsicológica.


A partir dessa constatação desenvolvi o tema “Experiências de Gravidezes e Partos na Perspectiva do Sistema Grisa”. Na ocasião entrevistei 27 mulheres que tiveram essas experiências e mediante os dados passei analisá-los e compreendê-los a partir dos princípios e leis que regem o Sistema Grisa.


Sendo que a compreensão da importância da vida intrauterina para a formação, desenvolvimento e estrutura da personalidade do ser humano é ainda uma questão desconhecida para a maioria do público; e isso ficou muito evidente durante as entrevistas. Tive a intuição de transformar a monografia no livro “Nascer é Vencer!” para que essa mensagem pudesse chegar ao maior número possível de pessoas. Sobretudo, para os casais que desejam se preparar para gerar filhos.


Na minha atuação como Terapeuta do Sistema Grisa, tenho orientado várias mulheres que desejam engravidar e também grávidas, porém, com muitas com complicações na gestação em virtude de uma série de programações e de outros fatores intervenientes.


Tenho vários casos bem-sucedidos com mulheres grávidas graças à aplicação da metodologia da Terapia de Orientação Parapsicológica.


A seguir vou compartilhar o caso de uma mulher grávida atendida por mim relacionado com a rejeição de gravidez.


“Com três meses e meio foi diagnosticado que eu estava com deslocamento de placenta. Com sete meses fui numa palestra do professor José Lício e nessa palestra ele ensinou a respiração e a técnica de como conversar com o bebê e assim eu fiz.

No dia do meu parto eu queria normal, mas quando chegou na hora o médico olhou a minha pressão ela estava 18/12. Ele falou que era cesárea e tinha que ser feita logo, porque era um parto de alto risco. Foi quando eu entrei pra sala de parto desesperada e chorando. Tudo era novidade porque eu tive dois filhos através do parto normal.

Quando a médica estava conversando comigo eu me lembrei da técnica que eu aprendi com o professor José Lício e comecei a fazer a respiração. Veio uma música** de fundo pra mim e não tinha música lá, mas veio na minha mente mesmo. Comecei a ouvir a música e fazer a respiração aí eu parei até de conversar e a médica perguntou “porque que eu estava calada e se tinha algum problema”. Respondi que não. Era só uma técnica que eu aprendi e estava fazendo e fiz. Olhando os aparelhos, aquele monte de aparelhos porque tudo era novidade, quando fui ver a minha pressão baixou para 12/8, que é o normal dela. Aí de repente eu até falei: olha Doutora a minha pressão! Ela falou assim: “É! Tá tudo normal a criança já está saindo e deu tudo certo o seu parto”.

Ela comentou com a outra médica. “Eu pensei que essa ia me dá trabalho, que ia dá pré-eclâmpsia”. Entendi que eu corria risco, que eu não ia sair dali normal, que não ia sair bem.

Eu fiz a respiração direitinho, tinha uma música na minha cabeça e deu tudo certo, graças a Deus. Miguel, meu filho, nasceu com 2,980 kg, de 38 semanas, mas deu tudo certo. Pensei que não ia dá certo. Os médicos também pensavam que não ia nem chegar as 38 semanas, porque a placenta estava deslocada e nem o peso que ele tinha. Eu não estava alimentando. Passei a alimentar depois do 7º mês quando tive a palestra. Foi muito bom!”.


** Durante a gestação indiquei música clássica para relaxamento, provavelmente é dessa música que ela se refere.


Depois da palestra ela participou de sessões de Orientação Parapsicológica para compreender as causas da rejeição da gravidez. Ela estava tendo conflito com o marido em virtude de traição por parte dele e por isso que ela queria abortar a criança.


Casos semelhantes a este são muito frequentes e graças a Terapia de Orientação Parapsicológica muitas crianças têm chegado para a festa da vida de forma mais harmoniosa. Nascer é Vencer!

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